Posted on janeiro 24, 2024
by Ciranda
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Confira os melhores momentos do encontro com a professora que é referência na educação brasileira.
“Educar não é só ensinar contas, não é só ensinar sobre rios e afluentes. Educar é educar para a vida, para esse lugar que estamos vivendo”. Sabe quem disse isso?
Essa frase inspiradora é da professora Célia Godoy, uma grande parceira da Ciranda de Livro, que nos concebeu uma entrevista exclusiva. O bate-papo está imperdível, pois traz diversos ensinamentos obtidos em sua trajetória profissional.
Célia é uma das pedagogas especiais que cruzaram com a história da Ciranda de Livro. E ela carrega consigo uma paixão em comum: transformar a vida das pessoas. Por isso, compartilhamos aqui no Blog os melhores momentos deste encontro, para você aprender mais com esta professora que é referência nacional. Confira!
Mais do que uma grande referência na educação brasileira, Célia Godoy é uma pessoa que conseguiu transformar seu grande sonho em realidade: tornar-se professora. Desde então, a pedagoga passou a vida dedicando-se à docência, e hoje também acumula em seu currículo uma vasta experiência como palestrante, é doutora em Educação, mestre em Psicologia Social, assessora educacional, consultora em análise comportamental, professional & self coach.
Com emoção, ela se lembra do primeiro momento em que entrou em uma sala de aula, ambiente que prefere chamar de “solo sagrado”. Para mim a sala de aula é esse espaço, é esse lugar onde os corações se entrelaçam, as ideias se proliferam e, acima de tudo, um lugar de gente!”.
Entre os diversos momentos marcantes que compõem a sua trajetória como professora, Célia destaca um projeto realizado junto a uma comunidade de famílias carentes que precisavam de mais infraestrutura, principalmente em relação a um rio que passava pelo local e prejudicava a qualidade de vida da população. Célia buscou um vereador e conseguiu que o poder público atuasse a favor dessa comunidade. “Tínhamos que criar algo que pudesse trazer as famílias para a escola e havia assim muitas dificuldades ali. Havia famílias que não tinham chuveiro, que não tinham alimentos, e havia um rio próximo, onde jogavam de tudo: sofá, materiais velhos… Então, precisava haver uma conscientização. Esse foi o maior projeto da história da minha vida, foi maravilhoso e fizemos várias ações”.